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Lendas No Brasil

Júlio de Castilhos e sua esposa Honorina: consta que Júlio de Castilhos, considerado
Patriarca do Rio Grande do Sul, foi Presidente deste Estado por duas vezes. Habitou a casa
na Rua Duque de Caxias em Porto Alegre, até sua morte, durante uma cirurgia realizada no
local em 1903. Sua esposa Honorina, inconformada com a morte do marido, suicidou-se em
uma das salas em 1905. Os relatos falam de ambos fantasmas circulando pela casa e
adjacências, que hoje corresponde ao Museu Júlio de Castilhos. Outro fato curioso foi o
caso de um vigilante apavorado que pediu demissão ao trabalhar no local por apenas uma
noite, não suportando a atividade fantasmagórica.




A Velha de "Bobes" do Cemitério São João Batista (CE): apesar de sua identidade ser
desconhecida, esta estranha aparição foi avistada por diversas testemunhas. Ainda que pareça
algo caricato, este fantasma revelou-se agressivo, tentando asfixiar as pessoas que surpreende.
Entre os relatos estão inclusive o de policiais que tentaram cochilar no velório do local, onde ela

costuma aparecer.



Frade Franciscano Sem Cabeça (PE): esta estranha aparição de Piedade, consta nos relatos, inclusive de Gilberto Freyre. Fala do
fantasma de um enorme frade sem cabeça que aparece na região, perseguindo aos populares como se voasse. Reza a lenda que
trata-se do fantasma de um frade que morreu na Praia de Piedade, ao ser atacado por um tubarão.




Barão da Tijuca: era conhecido por sua extrema crueldade para com seus escravos, aos quais não libertou mesmo após a abolição
da escravatura. O arquiteto Éder Meneguine, ao comprar a casa e iniciar sua reforma, começou a ter problemas com objetos que se
espatifavam inexplicavelmente, aparições e vultos, vozes e lamentos. Durante esta reforma, três ossadas foram encontradas na área
de serviço, provavelmente da época em que era propriedade do Barão. Segundo os relatos, o local é ocupado pelo espírito deste barão

e seus escravos que ainda sofrem com sua maldade.

A Boneca da Xuxa

A boneca da Xuxa



Havia uma menina que queria muito a boneca da Xuxa e sua mãe naquela época não tinha dinheiro para comprar, a menina ficou até doente pela boneca que então seus parentes e sua mãe deram um jeito de comprar e deu ha menina de presente no dia de seu aniversário quando completava 10 anos. Naquela noite ela brincou muito com a boneca, mas quando era 23:00 horas sua mãe mandou ela dormir, e amanhã ela continuava á brincar com a boneca, então quando deu 00:00 a boneca ganhava vida porque ela era amaldiçoada pelo pacto que a Xuxa fez. A mãe da menina tinha guardado a boneca em cima do guarda roupa assim a menina dormindo acordou com alguém cantando e mexendo no seu cabelo, quando ela olhou para o lado ela viu a boneca de pé do lado da cama e ela falou como você está aqui?! A boneca respondeu: eu preciso de um corpo para ganhar vida como humano, então a menina gritou e a boneca arranhou todo o rosto da menina, a mãe dela entrou no quarto e viu o rosto de sua filha todo arranhado e sangrando a menina contou a mãe tudo o que tinha acontecido e ficaram apavorados até hoje disseram que a ultima vez que viram a boneca foi na igreja.

No Cemitério

No Cemitério

A Daniela tinha que ir com a mãe percorrer um longo caminho até ao cemitério para ir levar flores aos avós dela. Como estavam cansadas de tanto andar, resolveram descansar um bocado perto da campa. A mãe estava tão cansada que adormeceu e a Daniela resolveu pôr-se a brincar por ali. Havia um menino que lhe disse. Olá. Como te chamas?.
Paulo Manuel, queres brincar comigo? , perguntou o menino. E estiveram por ali algumas horas juntos! Quando a Daniela ouviu a mãe chamá-la para voltarem para casa, despediu-se do menino. No caminho de regresso a casa, a Daniela deu um grito.
Numa lápide estava escrito: «Deus abençoe o Paulo Manuel, falecido a 6 de Abril de 1915». Era um menino com quem a Daniela tinha estado a brincar! A Daniela perguntou à mãe se sabia de alguma coisa sobre esse menino. Ela olhou para ela atónita e confessou que existia umas históris sobre ele: Tinham enterrado Paulo ainda vivo e ele asfixiou dentro do caixão...

O bode de ouro

Assim como os ditos "cães negros" segundo a tradição popular são entidades que prenunciam a morte de quem os avista, deparei-me com um relato interessante em uma de minhas viagens a Sergipe...

Foi em 1995 quando visitava a cidade de Itabaiana no interior deste estado. Ao contemplar a famosa Serra de Itabaiana ouvi relatos de que o famoso cangaceiro Lampião circulava por ela e muitas vezes comentava com os companheiros que não invadia a cidade por respeito ao padroeiro da mesma: Santo Antonio.

Dizem que em determinadas épocas um bode de ouro é avistado no alto da serra porém é uma "visagem de mau agouro" para os habitantes; No linguajar da região isto significa uma presença maligna, um prenúncio de morte ou coisa parecida; Que geralmente quem avista o tal bode em questão de dias vem a falecer...

Com a divulgação deste "aviso do além" os avistamentos se tornaram cada vez mais raros pois segundo alguns habitantes quem avista o bode de ouro não conta pra ninguém com medo de passar "desta para outra melhor" (se é melhor ninguém está disposto a saber)...

Lenda Beijos gelados

Boa noite galera .Gostaria de agradecer o Champz Por te me concedido esse privilegio de Atuar Não só no Terrormatica Mais Também aqui nesse esplêndido blog
Gostaria de iniciar com uma lenda urbana Que me enviaram e gostei muito
Abraços.

Seus olhos brilharam quando ela viu aquele corpo. Com as pontas dos dedos, ela podia sentir a temperatura e a maciez daquela pele branca totalmente despida. Camille também se despiu e começou a alisar o peito, os braços, as pernas, sentir cada músculo. Seu corpo tremia de prazer. Com os lábios, sentia o sabor... Era algo inexplicável. O prazer só dependia dela. Apreciava beijar aqueles lábios frios, lambê-los... Fazia suaves movimentos circulares com a língua. Subiu em cima dele e simulou uma penetração impossível.

Enquanto se esfregava e gemia de prazer, olhava para o amigo que a assistia no canto da sala, sentado em uma cadeira. Enquanto fazia isso, tocava suas partes intimas, excitando-as. Marcos adorava ver aquilo. No entanto, já era tarde. Sussurrando para não ser ouvido, pediu para que ela terminasse, pois os familiares já estavam na sala ao lado, esperando o ente querido. Ele precisava terminar os preparativos, maquiar e vestir o falecido. A garota deu-lhe um beijo de agradecimento por mais uma noite de prazer e se foi.

Camille e seu amigo agente funerário se conheciam há muito, desde os tempos de colégio. Em certa época da vida, descobriram o mesmo gosto pela morte. Isso se deu quando ela, curiosa, quis visitar o local de trabalho do amigo. Ao avistar o corpo másculo de um rapaz, excitou-se. A partir dali, convenceu o amigo a liberar sua entrada no necrotério municipal para suas pequenas orgias. No inicio, Marcos achou muito estranho, mas, levando em conta o corpo dela, moldado em academias, cedeu, participando algumas vezes da festa. Geralmente, esses eventos aconteciam à noite. Durante o dia, a garota estudava em sua casa.

Assim que um corpo de homem que, aos olhos dele, agradaria Camille, dava entrada no necrotério, o amigo ligava para ela; naquela noite não seria diferente...

- Oi – beijou-o – E meu falecido. Quem é?

Ele sorriu.

- Você vai gostar. – descobriu o lençol branco. O nome dele é Roberto, tinha 23 anos e morreu em um acidente de moto, mas não ficaram muitas marcas.

Ela o examinou e abriu um largo sorriso.

- Hummm, ele parece ser bom. – tocou-o – Eu estava precisando me distrair mesmo... Tava de saco cheio de ficar em casa!

- Mas temos que ser rápidos. A família já está na sala ao lado, esperando para o velório.

Ela assentiu com a cabeça. Esses riscos a excitavam. Adorava ser pressionada.

- Vou deixar vocês a sós por um tempinho, enquanto preparo a roupa e a maquiagem. – virou-se para o corpo – Seja um bom garoto, Roberto! Faça tudo o que ela mandar... – disse, saindo.

Camille aproximou-se do ouvido do falecido e sussurrou:

- Agora somos só eu e você, Beto!

Passou dois dedos nos lábios do falecido e levou-os aos seus, isso um pouco antes de tirar a sua blusa e deitar sobre o corpo frio à sua frente. Em seguida, colocou a língua para fora e lambeu a boca dele, sentindo o gosto cru da morte, além de seu cheiro acre. Para ela, amar um morto, mesmo que por alguns minutos, era algo mágico, diferente, um ritual com muita energia. Não era apenas sexo. Marcos também gostava, mas em uma escala menor. Sempre que entrava um cadáver de mulher que o agradava ele passava a mão e se acariciava também.

Camille estava muito excitada e passou a se masturbar, gemendo baixinho, enquanto aumentava o ritmo em que conduzia a mão do cadáver. De súbito, Marcos retornou a sala, deslumbrando a cena. Ficou ali, encostado na porta, olhando-a . Com os olhos entreabertos, ela ensaiou dizer um “vem” com os lábios. Contudo, o som não saiu. O amigo entendeu e aproximou-se. Os dois se beijaram e amaram-se por longos minutos. Seria quase um ménage se Roberto pudesse agir.

Saciados, vestiram-se e prepararam Roberto para o velório. Ela, de tanto acompanhar o amigo nas madrugadas na funerária, já havia adquirido experiência em maquiar e vestir os mortos.

- Pronto! Está lindo, arrumado e cheiroso... Se pudesse ficaria horas com ele. – disse, enquanto acendia seu cigarro.

- Quando o presunto é boa pinta, fica mais fácil, né? – respondeu Marcos – Estou uns quinze minutos atrasado. Vou pedir para os rapazes me ajudarem com o caixão. – beijou-a.

- Valeu! – sorriu – Quando tiver umas carnes gostosas assim, não deixe de me ligar. – deu uma leve piscada e saiu.

Camille saiu pela porta dos fundos, como de costume, e foi andando lentamente, passando por trás das salas de velório. Enquanto caminhava, observava a lua minguante no céu, cercada de estrelas. Adorava o cheiro suave da noite. Nela, todos os seus prazeres eram consumados. Contudo, por conta dessa observação, deixou de prestar atenção por onde andava, razão pela qual tropeçou em um pedaço de lápide cravado na terra. A conseqüência disso foi uma queda que fez sua cabeça ir de encontro a uma pedra tumular. Ficou alguns segundos atordoada. Ao se levantar, passou a mão na testa e notou que havia um pouco de sangue.

- Mas que merda! – resmungou.

Enquanto tirava terra da roupa, procurou onde tinha tropeçado e achou o resto da lápide. Havia uma inscrição. Ela se agachou e limpou a terra que escondia uma parte.

Maldito daquele que perturbar o descanso dos mortos.


Camille assustou-se. Achou de mau gosto alguém ter colocado aquilo em uma lápide, Parecia uma ameaça, uma maldição lançada.

- Uma maldição lançada para mim... – pensou em voz alta.

Estranhou a coincidência de ter tropeçado justamente em uma lápide com aqueles dizeres.

- Bobagem! Foi só uma merda de coincidência, eu não acredito nessas porcarias. – esbravejou, pulando o muro do cemitério.

Enquanto caminhava pela rua escura, sua cabeça doía muito e continuava a sangrar. Estava com medo. Pela primeira vez, Camille sentiu medo do que estava fazendo.

Maldito daquele...

Aquela inscrição não saía da cabeça dela.

Ela estava com medo. Ansiava por encontrar alguém, mas a rua estava deserta e escura. Mal podia ver o chão. Cruzou os braços e foi andando, trêmula. Repentinamente, tropeçou em suas próprias pernas e caiu novamente. Ficou alguns segundos no chão e começou a chorar.

- Você está bem?

Ela levantou a cabeça, antes de frente para o chão e só conseguiu visualizar um par de botas. A pessoa ajudou-a a se levantar e foi tirando-a do breu da madrugada. O pavor que subitamente tomou conta dela a impedia de pronunciar qualquer palavra, nem sequer um obrigado ao samaritano. Enquanto caminhavam, ele puxou papo.

- Qual é o seu nome?

- Camille!

- Você fuma? Pode me ceder um cigarro?

Ela tirou um do maço e entregou a ele.

- Pode acender para mim?

Ela pegou o isqueiro e, com as mãos tremendo, levou-o até o cigarro na boca dele. Ao acender, a chama iluminou o rosto do rapaz, e ela o reconheceu imeditamente.

- N-Não pode ser!

Ela se desesperou, empurrou-o tentando correr. Não podia acreditar que era ele. Correu muito até avistar a ponte. Olhou para trás e viu que não a seguia. Estava sem ar, não conseguia pensar em nada, só queria chegar em casa e esquecer essa terrível noite.

- Só eu e você! Agora somos só eu e você... Não foi isso que você me falou?

Era ele, agora tinha certeza, ela não conseguia correr, sentia que seu corpo já não respondia mais, caiu de joelhos.

- Não pode ser! Você está morto...! Me deixe em paz! – gritou.

Era sua maldição, maldita lápide, maldita maldição que caíra sobre ela.

Dias depois, Marcos ficou muito tenso quando chegou aquele corpo. Retirou o lençol que a cobria. Não podia acreditar que aquela fatalidade tinha acontecido. Ela estava morta. Havia dois dias, estava com ele. Fora encontrada morta naquela madrugada, resultado de um acidente banal: havia caído sobre uma pedra no cemitério. O laudo apontou uma concussão profunda no crânio. Para sorte dele, não descobriram que eles estavam juntos na funerária. Passou em sua cabeça tudo o que eles fizeram, desde quando se conheceram até a ultima noite. Lembrou das transas, de todos os mortos que saciaram seus desejos. Agora era ela, era a garota que ele amava, a pessoa que mais se parecia com ele. Tinha de ser a despedida era a última vez. O corpo de Camille o excitava, ela parecia estar dormindo. Marcos tirou a roupa e começou a tocar o corpo dela. Beijou seus lábios, seus seios e a penetrou. Ele tinha a sensação de que não estava sozinho. Estava certo. No canto da sala fria e úmida, Roberto e Camille observavam,sentindo a presença deles Marcos realizou o ultimo desejo de sua amiga empurrando contra si um punhal e assim poderam realizar suas fantasias no além.

A Carona


Uma vez em uma certa estrada muito perigosa, em uma noite muito chuvosa um caminhoneiro já perto do seu destino, vê uma mulher com uma capa de chuva amarela pedindo carona. Sensibilizado com o sofrimento da mulher, resolve ajuda-la: Para onde a senhora esta indo? Minha casa fica na beira da estrada a uns 3 quilômetros daqui... vim até a casa de uns amigos aqui, e preciso voltar para casa, mesmo embaixo dessa chuva toda, pois minha mãe deve estar muito preocupada. Pode me dar uma carona ? Claro pode subir. Era uma moça muito bonita e simpática. Ela tirou a capa de chuva e começou a conversar com o motorista animadamente, e ele sentiu até um carinho por ela pois ela era muito espontânea e de bem com a vida. Chegando ao local indicado pela moça, ela agradeceu o motorista , deu-lhe um beijo no rosto e despediu-se. Logo ao sair, o motorista reparou que ela havia esquecido a capa de chuva no caminhão, e como estava perto resolveu voltar para devolvê-la a moça. Bateu à porta da casa, e viu sair uma senhora de uns 60 anos mais ou menos. Boa noite minha senhora, eu dei uma carona para a Ana, e ela acabou esquecendo essa capa no meu caminhão, poderia entregar a ela por gentileza ? Com lágrimas nos olhos a senhora responde: Por favor meu senhor, não brinque com essas coisas... a minha filha Ana morreu há 5 anos atrás atropelada numa noite muito chuvosa igual a essa, quando tentava voltar para casa, não brinque moço... não brinque!

A Noiva e o Noivo


Hoje só estarei postando uma lenda urbana pequena, mas porem muito legal



Essa história aconteceu em Cotia, numa ponte muito famosa que era frequentada por turistas. Dizem que no dia do casamento a noiva pegou seu noivo beijando outra, e que, vendo isso, ela correu até a ponte e se jogou. O noivo desesperado pulou para salvar a noiva, mas acabou morrendo afogado junto com ela pois debaixo daquela ponte havia um rio com correntezas muito fortes. Conta-se pelos turistas que, toda noite, pode se ver a noiva correndo chorando e se jogando da ponte e o noivo pulando atrás dela.




Parceiro da vez:


No Cemitério


A Daniela tinha que ir com a mãe percorrer um longo caminho até ao cemitério para ir levar flores aos avós dela. Como estavam cansadas de tanto andar, resolveram descansar um bocado perto da campa. A mãe estava tão cansada que adormeceu e a Daniela resolveu pôr-se a brincar por ali. Havia um menino que lhe disse. Olá. Como te chamas?.
Paulo Manuel, queres brincar comigo? , perguntou o menino. E estiveram por ali algumas horas juntos! Quando a Daniela ouviu a mãe chamá-la para voltarem para casa, despediu-se do menino. No caminho de regresso a casa, a Daniela deu um grito.
Numa lápide estava escrito: «Deus abençoe o Paulo Manuel, falecido a 6 de Abril de 1915». Era um menino com quem a Daniela tinha estado a brincar! A Daniela perguntou à mãe se sabia de alguma coisa sobre esse menino. Ela olhou para ela atónita e confessou que existia umas históris sobre ele: Tinham enterrado Paulo ainda vivo e ele asfixiou dentro do caixão...



Créditos

A Carona


Uma vez em uma certa estrada muito perigosa, em uma noite muito chuvosa um caminhoneiro já perto do seu destino, vê uma mulher com uma capa de chuva amarela pedindo carona. Sensibilizado com o sofrimento da mulher, resolve ajuda-la: Para onde a senhora esta indo? Minha casa fica na beira da estrada a uns 3 quilômetros daqui... vim até a casa de uns amigos aqui, e preciso voltar para casa, mesmo embaixo dessa chuva toda, pois minha mãe deve estar muito preocupada. Pode me dar uma carona ? Claro pode subir. Era uma moça muito bonita e simpática. Ela tirou a capa de chuva e começou a conversar com o motorista animadamente, e ele sentiu até um carinho por ela pois ela era muito espontânea e de bem com a vida. Chegando ao local indicado pela moça, ela agradeceu o motorista , deu-lhe um beijo no rosto e despediu-se. Logo ao sair, o motorista reparou que ela havia esquecido a capa de chuva no caminhão, e como estava perto resolveu voltar para devolvê-la a moça. Bateu à porta da casa, e viu sair uma senhora de uns 60 anos mais ou menos. Boa noite minha senhora, eu dei uma carona para a Ana, e ela acabou esquecendo essa capa no meu caminhão, poderia entregar a ela por gentileza ? Com lágrimas nos olhos a senhora responde: Por favor meu senhor, não brinque com essas coisas... a minha filha Ana morreu há 5 anos atrás atropelada numa noite muito chuvosa igual a essa, quando tentava voltar para casa, não brinque moço... não brinque!




Creditos

Lendas Urbanas



O Pinheiro de Natal Assassino


Em Florianópolis, numa noite de outubro de 1980, na casa da bruxa Berta, entrou uma mulher desesperada, dizendo:
- Quero falar com a famosa bruxa Berta! Só ela poderá me ajudar!
Então, a feiticeira que estava fazendo uma poção mágica em seu caldeirão, disse:
- Eu sou a bruxa Berta! Em que posso te ajudar?
A moça explicou:
- Eu me chamo Solange. Eu fui dispensada pelo meu amante e gostaria de me vingar dele, bem perto do Natal. Ele tem uma mulher feia e uma filha insuportável...
Berta falou :
- Eu sei como fazer esta vingança! Com licença, buscarei o material necessário...
Desta maneira, a bruxa foi ao porão e voltou com um pinheirinho de Natal, dizendo:
- Eu farei um feitiço com este pinheirinho. Depois, você deverá buscá–lo aqui e mandá–lo para o seu ex–amante.
Então, Solange perguntou:
- Quando devo buscá–lo?
A feiticeira respondeu:
- Primeiro, você precisa me dar cinco mil cruzeiros.
Após ouvir isto, a moça preencheu um cheque e deu para Berta. Deste jeito, a feiticeira falou:
- Volte daqui a uma semana para pegar o pinheirinho pronto.
Uma semana se passou. Solange pegou a árvore enfeitiçada e a mandou para a casa do seu ex–amante.
Então, um mensageiro entregou o pinheirinho para Marina, a filha do homem que Solange queria se vingar. Deste jeito, Marina pensou:
- Nossa, que legal! Um pinheirinho de Natal! Vou montá-lo, pois já estamos em novembro.
A garota montou a árvore, com as suas luzes coloridas no jardim e toda a sua família achou este pinheirinho maravilhoso.
Certa noite, os pais de Marina saíram e começou a chover. Porém a menina, nem ligando para a chuva, pensou:
- Já é noite, vou acender as luzes da árvore de Natal.
Assim, a garota descalça, saiu no meio da tempestade para acender as luzes do pinheirinho, mas enquanto o fazia, a pobre levou um choque e acabou falecendo.
A vizinha que viu tudo pela janela, levou o corpo de Marina para o hospital, mas a garota já havia morrido no momento do choque.
Seu pai ao saber do acontecimento, ficou com ódio e jogou aquela árvore de Natal na lixeira externa, na mesma noite.
Na manhã seguinte, um garoto chamado Otávio, estava passando na rua em que ocorreu a tragédia, viu o pinheirinho na lixeira externa e pensou:
- Nossa! Uma árvore de Natal, cheia de luzes coloridas, numa lixeira... Minha avó não tem uma árvore de Natal... Será que tem algum problema se eu levar este pinheirinho? Acho que não, afinal se ele está na lixeira, é sinal de que ninguém mais o quer.
Então, Otávio pegou a árvore de Natal e a levou para casa.
Ao chegar em sua residência, Otávio montou o pinheirinho bem no meio do corredor da sua casa e foi brincar.
Quando sua avó chegou, ela estava muito distraída, por isto tropeçou nesta árvore de Natal e acabou falecendo por causa do tombo. Otávio se sentiu tão culpado, que colocou o pinheirinho na sua lixeira, também.
Mas, naquele mesmo dia, uma menina chamada Sandra, estava passando em frente à casa onde aconteceu esta tragédia, viu a árvore natalina na lixeira externa e pensou:
- Oba! Um pinheirinho de Natal cheio de luzes! Vou levá-lo para o meu tio!
Assim, Sandra chegou na casa de seu tio e montou o pinheirinho ao lado da cadeira de balanço.
Então, seu tio chegou, sentou–se na cadeira de balanço, porém sem nenhuma explicação, a árvore de Natal acabou caindo em cima dele, provocando sua morte.
Novamente, ela foi colocada na lixeira externa...
Até hoje, muitas pessoas, dizem que esta árvore traz pânico para muitas famílias no Natal.



Se vocês acharem uma árvore de Natal, cheia de luzes, numa lixeira externa, não levem este objeto para casa, pois pode ser perigoso


O Área Terror deseja a todos um feliz natal e um prospero ano novo !!!

No Meio da Estrada

Havia algo estranho. Todos dentro do ônibus podiam sentir isso. Eles haviam saído de Belém no final da noite, em direção a São Luiz. A estrada era perigosa, todos sabiam disso. Havia perigo de acidentes, assaltos... mas não era tudo. Havia algo de sobrenatural e temeroso no ar. Como se algo estivesse para acontecer... Uma criança começou a chorar. A mãe colocou a cabeça da menina no peito e afagou-lhe os cabelos, tentando confortá-la. Lá na frente, perto do motorista, uma velhinha rezava, segurando um terço. O motorista suava e, de quando em quando, levava a mão à cabeça, como se houvesse algo ali que o incomodasse. Súbito apareceu algo no meio da estrada. Parecia um carro policial. Dois homens sinalizavam para que o ônibus parasse. O motorista se lembrou que era comum os assaltantes se disfarçarem de policiais... isso quando não eram os próprios policiais que praticavam os assaltos. - Não pare para eles! – gritou um homem, entre lágrimas. São ladrões! - Vão matar todos nós. – choramingou uma mulher. Apesar dos protestos, o motorista parou. Os dois homens entraram, armas na mão. - Todos parados! – berrou um deles. Havia algo de estranho nos dois... como se fizessem parte de outra realidade. Seus corpos pareciam intangíveis. - São fantasmas, mamãe. São fantasmas! – gemeu a garotinha. Ele vieram para nos levar... - Os homens devem se levantar e colocar as mãos para cima.- ordenou o policial. Os homens, resignados, levantaram-se e deixaram-se revistar. Depois foi pedido que abrissem as sacolas. Os dois olharam tudo, depois saíram. - Boa viagem! – disse um deles ao motorista, mas ele não respondeu. Na verdade, o motorista nem mesmo pareceu prestar atenção neles. Ele simplesmente fechou a porta, sinalizou e saiu. Os dois ficaram lá, parados no meio do mato, observando o veículo se afastar. Um deles encostou no carro e acendeu um cigarro. - Sabe, eu não entendo porque temos de ficar aqui, no meio desta estrada esquecida por Deus revistando ônibus... - Você não soube... do ônibus que foi assaltado? - Não, eu estava de férias... - Era um ônibus como este... – e apontou com o queixo o veículo que já sumia no horizonte. Eles pararam no meio do caminho para pegar um passageiro. Era um assaltante. Ele tentou parar o carro, mas o motorista se negou. Foi morto com um tiro na cabeça. O ônibus bateu, então, em um caminhão. Todo mundo morreu. - Sabe, agora que você falou, estou me lembrando de uma coisa estranha... o cabelo daquele motorista parecia manchado de sangue... - Você... você anotou a placa? – gaguejou o policial. - Claro. Está aqui. É OB 1326. O outro ficou lívido. - Era... era o ônibus do acidente!

Sting e Suas Lendas Urbanas


Sting e Suas Lendas Urbanas Sting foi o vocalista da banda The Police , que fez sucesso nos anos oitenta . O interessante é que este cantor coleciona Lendas Urbanas , que leremos abaixo . Música Com Mensagem Subliminar : No começo dos anos oitenta , a banda The Police lançou a música Every Breath To Take , que segundo alguns religiosos possuem mensagens subliminares . O problema foi que dois rapazes , que levaram o fora das namoradas , após escutarem esta música acabaram assassinando as amadas . Isto foi o suficiente para alguns místicos afirmarem que a canção induz os homens a terem uma paixão obsessiva pelas suas namoradas . Sting e as Religiões Indígenas : Nos anos noventa , Sting fez carreira solo e resolveu ir para a Amazônia com o objetivo de lutar pelos direitos dos índios brasileiros . Então ele fez amizade com o índio Raoni e acabou se envolvendo com as religiões da região , dentre elas a Seita do Santo Daime . Existe um boato que conta , que num ritual desta seita , Sting caiu no chão e começou a falar línguas desconhecidas . Casa Mal – Assombrada de Sting : Sting afirmou que viu fantasmas numa casa velha onde morava com sua ex–esposa Trudie Styler . Uma noite o cantor afirmou ter visto um fantasma de uma mãe com um bebê no colo . Veja o que Sting disse a respeito para o site O Fuxico : “Eu nunca acreditei em fantasmas, até ver um”. Vi um fantasma com meus próprios olhos. Estava dormindo, numa velha casa em que vivia, e acordei às três da manhã, me sentei na cama e vi Trudie parada num canto com uma criança, nosso filho, em seus braços, olhando pra mim. Eu pensei: por que ela está parada, ali olhando pra mim? Mas, quando olhei para o lado, vi que Trudie estava deitada e, então, senti um terrível arrepio. Ela acordou e também viu a mulher com o bebê, no canto do quarto. Muitas coisas aconteciam naquela casa. Muitos objetos voadores, vozes e coisas estranhas. Quando você vive em casas velhas, capta as energias do lugar. “Intelectualmente, não acredito nisso, mas eu as vivenciei num nível emocional”. Algum tempo depois os vizinhos afirmaram que há cinqüenta anos atrás uma mulher morreu com o seu bebê , dentro daquela casa , em condições misteriosas .

O Massacre de Travis County, Texas


Quinta-feira, 7 de maio de 2009 No dia 20 de agosto de 1973, a polícia foi enviada para a remota fazenda de Thomas Hewitt, um tranqüilo vendedor, localizada em Travis County, Texas. No local, foram encontradas as carcaças de aproximadamente 33 vítimas, uma terrível descoberta que chocou e mobilizou toda a nação que a chamou de "o mais grotesco caso de assassinato em massa de todos os tempos". - Usando uma serra elétrica e vestindo uma máscara de pele humana, o assassino se tornou conhecido como Leatherface, quando um jornal publicou a seguinte manchete: Casa dos Horrores assusta Nação - Massacre no Texas. A polícia e o FBI encontraram um homem vestindo uma máscara de pele humana e o prenderam, declarando que ele era o assassino e iriam fechar o caso. Entretanto, nos anos seguintes, à medida que investigavam novos casos e pistas, a polícia passou a suspeitar que prenderam o homem errado. - Agora, pela primeira vez, o único sobrevivente conhecido decidiu quebrar o silêncio e contar a verdadeira história que ocorreu no deserto rural do Texas quando cinco jovens encontraram um terrível e louco assassino que espalhou medo, pânico e muito sangue na região no que foi eternamente conhecido como O Massacre da Serra Elétrica.

A Condenada do Esgoto

Diz à lenda que uma menina chamada Suzy,desde que nasceu era meiga e falante.Quando completou 10 anos de idade sua mãe deu a ela um presente,que era uma tradição da família,um álbum de fotografias que foi passado de geração em geração.Era um álbum muito velho.A maioria das fotos estavam "mofadas" e em preto e branco.Suzy estava curiosa quando foi abrir o álbum sua mãe disse “Agora não.Já passou da sua hora de dormir.Você abre amanhã". Quando a mãe saiu do quarto,Suzy pegou o álbum de fotografias e o abriu.Foi folhando até achar uma pagina do álbum,onde estava escrito:"Sabrina".Era sua tia,que havia morrido misteriosamente enquanto passeava pela rua.Nessa página havia umas manchas de sangue profundas e bem esquisitas.As fotos estavam velhas e empoeiradas.Mas em certa foto onde em baixo estava escrito "A morta" Estava em branco,não tinha nada. Desse dia em diante,Suzy nunca mais foi a mesma,ficava trancada no quarto e não queria falar com ninguém. Seu pai,Mylton,mandou ela ir passear na rua,para ver se respirar um pouco de ar fresco iria deixá-la mais calma.Suzy foi,estava andando calmamente quando passou por um bueiro,era um bueiro que tinha alguma coisa familiar para ela,Suzy agachou para examinar o bueiro quando um vulto muito forte passou na frente dela.Com um pulo para traz a garota saiu correndo e se escondeu atrás de um poste. Ela sentiu vontade de ir ao banheiro e viu uma cabinezinha escrito "Toilet",Suzy entrou,usou e quando foi destrancar a porta,a porta não queria destrancar,não tinha como ela passar por baixo nem arrombar a porta pois a madeira estava muito forte para ser quebrada.Suzy voltou-se para o vaso sanitário e viu que a água ficou PRETA e sentiu outro vulto forte atrás dela.E,do nada saiu do vaso -com dificuldade - uma mão,verde e suja que a puxou para dentro do esgoto. Suzy olhou para a criatura que a puxou do esgoto.Ela tinha um cabelo meio cinza.Seus dentes eram grandes e afiados,a pele suja e verde,era gelada e escamosa,os olhos vermelhos e sangrentos.Mas o que mais a assustou foi na cabeça.Tinha um buraco e nesse buraco o cérebro da mulher estava para fora,com uma mordida. Suzy reconheceu aquela mulher,era muito parecida com....Sua tia SABRINA.Antes que a garota (suzy) pudesse ter mais um segundo de pensamento,a criatura mordeu sua cabeça arrancando um pedaço do cérebro,assim como na cabeça dela.A pele de Suzy ficou esverdeada,seus lindos cabelos loiros ficaram cinza,seus olhos pretos ficaram vermelhos,e deles começaram a escorrer sangue e seus dentes ficaram agressivamente afiados.Suzy passou a ser condenada por sua tia,que era aquela mulher.Ela passou a morar no esgoto e,se você for no banheiro de manhã,de tarde,de noite,não importa o horário,trancar a porta,e olhar fixamente para o vaso sanitário a água ficara preta um vulto forte passará atrás de você e uma mãe verde e suja te puxará para dentro,e te morderá condenando você para ficar no lugar dela e ser a próxima condenada do esgoto.E tenha certeza,que quem te puxar,vai ser SUZY

A Caveira de Fogo

Conta-se que no maranhão existia uma casa que moravam dois fazendeiros. Desses fazendeiros um tinha uma doença muito grave,e morreu depois de morar na casa há 14 anos. O outro depois de saber da morte do amigo,foi acusado de pedofilia,e foi preso logo em seguida. Com a acusação... O corpo do fazendeiro não pôde ser enterrado...por isso seu corpo se decompôs na casa mesmo. Dois anos seguidas,uma família estava se livrando de uma grande tempestade e resolveu passar a noite em uma cabana.Mais só que essa cabana estava tão feia e acabada que o telhado estava prestes a cair.Então a família avistar atrás de um cemitério uma casa abandonada.A mãe falou que era naquela casa que eles iam passar a noite,a filha não achou uma boa idéia...: "Mãe você tem certeza?Aqui tem um cemitério" A mãe achou uma bobagem e foi para a tal casa. A filha o pai e o filho ficaram lá na cabana. Para a mãe chegar na casa ela tinha que passar por um túmulo coberto de folhas e pintado de dourado com bordas de fogo. Chegando no túmulo a mãe acha estranho porque o fogo não tinha se apagado,curiosa ela abre o caixão e aranhas e escorpiões que estavam dentro do tumulo cobre o chão com uma forma de caveira. A mãe vê umas palavras escritas no tumulo "acordeion,acordeion” ela lê e de repente uma caveira sai do tumulo e sua cabeça começa a sair fogo. A mãe com medo corre onde estavam seu marido e seus filhos,depois de passar de uma cerca eles cai em um buraco negro e sai toda suja de sangue. A caveira desaparece do nada. No dia seguinte a mãe descobre que seu filho de 14 anos estava desaparecido... Com a suspeita de a caveira ter pego seu filho ela vai imediatamente para o tumulo e espera escurecer. Depois de meia-noite ela ver a caveira arrancando o coração do seu filho e seu cérebro. A mãe desmaia e acorda em sua casa e fala: "Foi tudo um sonho" Depois ela foi pro quarto do seu filho e encontrou-o dormindo,quando ela o virou viu o menino com uma mensagem escrita na cara: "12:00 PM 24 de março de 1945-Maranhão Brasil" E uma assinatura escrita: "A alma do seu filho é minha"...

A lenda do cavaleiro sem cabeça


Na Escócia, os membros do Clã MacLaine, do distrito de Lochbuie, evitam a todo custo andar pela estrada da região durante a noite. Eles temem encontrar um dito "cavalo espectral" conduzido por um cavaleiro negro sem cabeça, e ouvir seu tropel de cascos brilhantes e o tinir sinistros de rédeas. Dizem os moradores do local que esse cavaleiro anuncia mortes iminentes.

O nome do cavaleiro é Ewen, que era filho e herdeiro do Chefe do clã MacLaine. Mas a inveja e ódio que sentia pelo pai, fez com que os dois caíssem em desgraça, e resolvessem as diferenças no Campo de Batalha de Lochbuie. Em 1538, os dois exércitos se encontraram e o filho acabou decapitado com um golpe de machado desferido por um dos seguidores de seu pai. Desde então, até hoje, muitas testemunhas afirmam ter visto e/ou ouvido Ewen, sem cabeça, em seu corcel negro, cavalgando para colher as almas dos Campos de Batalha.

Reza a lenda também que esse mensageiro da morte teria tido um presságio dele próprio. Na noite anterior ao conflito, Ewen teve um encontro com a Fada Lavadeira (uma figura folclórica escocesa aparentada com a Bansidhe Irlandesa e a Bruxa da Baba Galesa). Na véspera dos combates, era sua lúgubre função lavar as roupas dos guerreiros que morreriam no combate.

Ewen caminhava ao longo de um riacho quando viu a velha agachada à beira d'água, enxaguando uma pilha de camisas manchadas de sangue. Ele perguntou a ela se sua camisa estaria entre elas, e a resposta foi afirmativa. Ewen caindo no desespero, perguntou a velha se haveria algum jeito de reverter aquele prognóstico macabro. A velha disse que ele estaria livre da maldição se sua esposa, sem ser avisada, servisse manteiga para ele ao amanhecer. Mas a sorte não sorriu à Ewen, pois sua amável esposa não serviu manteiga na manhã seguinte. O infeliz mastigou estoicamente seu pão seco, rumando posteriormente para a batalha, sabendo que não retornaria.

Lenda '' O Trevo''

Moro em uma cidade pequena onde as pessoas geralmente não confiariam em pessoas de fora, por ser uma cidade pequena o pessoal e meio desconfiado de pessoas que chegam de fora para ficar aqui, certo dia um andarilho apareceu na cidade, como a cidade era muito pacata, todos logo desconfiaram da pobre mulher que só queria um pouco de água, comida e descanso, ninguém nem se quer olhava para ela, pois achava que podia ser algum bandido, ladrão, ou seja lá o que for, esta mulher andou muito ate chegar à cidade ela estava muito cansada, percebendo que não iria conseguir arruma nada por aqui ela resolveu ir embora então, só que seu cansaço era enorme e ela já não estava mas agüentando caminhar carros passavam por ela e as pessoas fingiam não ter ninguém por ali, ate que ela veio a falecer, logo na saída da cidade no trevo que liga a cidade com a BR, apartir deste dia pessoas que geralmente pegam serviço de 00h00minh dizem avistar a figura de uma mulher mal vestida e esquelética andando pela estrada pedindo carona. Henrique tinha trabalhado muito e estava voltando para casa era 11h00minh ele tinha largado serviço chegando no trevo ele avista uma figura estranha caminhando contra sua direção derrepente ele tenta avistar quem era, mas não consegue, Henrique era uma pessoa de bom coração e tinha mudado para cidade tinha pouco tempo e não conhecia muito do lugar ate que ele para oferecendo carona para a tal pessoa ele não podia ver quem era, pois estava cobrido com um pano a carona foi aceita só que ao dizer que não tem capacete a mulher vira para ele e diz com descobrindo seu rosto dizendo com um rosto muito deformado: E VOCE ACHA QUE PRECISO DISSO? , ao ver aquilo, Henrique acelera sua moto e deixa aquela à mulher morta para trás, andando, mas um pouco Henrique sente um peso a, mas em sua moto ao olhar no retrovisor ele vê a mulher sentada sem sua garupa ele assusta e bate sua moto e morre na mesma hora ate hoje ninguém sabe realmente o que aconteceu, mas e isso que o pessoal daqui comenta muito.


Creditos : TerrorMatica

Dama de vermelho.


Um jovem casal estava muito feliz por estar podendo realizar todos os seus sonhos. ja moravam juntos a pouco tempo, tinham um pequeno filho de, seis meses de idade, e tinham acabado de se mudar p/ um apartamento que a muito tempo eles queriam. Uma tarde de final de semana, o casal depois de brincar com o bebe, acabou adormecendo. o bebe acordou e saiu engatinhando pela casa. Foi de "gatinha" até a sacada do apartamento e de la, caiu de do quarto andar. O casal foi acordado pelos vizinhos e ficou, obviamente, transtornado com o fato.
Eles acabaram indo embora dali, pois nao conseguiam mais viver em paz maquele aapartamento. No dia em que a mudança foi toda retirada, a pobre mãe, que havia perdido seu filho de forma tao cruel, estava sozinha. ja era noite, quando no alto de seu desepero ela falou que faria qualquer coisa p/ ter seu filho de volta. Ela acbou dormindo no chao da sala vazia, mas foi acordada por uma voz que falava com ela. Assustada ela se lavantou do chao e viu uma mulher vestida de vermelho. A mulher falou que poderia trazer o bebe de volta, em troca de um favor. A mãe teria que matar um criança da mesma idade do seu filho e oferece-la para a mulher de vermelho. No desespero de mãe, ela acbou fazendo isso e tendo o seu bebê de volta. A mulher de vermelho devolveu o bebe vivo para os braços da mãe. O único inconveniente e que o bebê foi devolvido no mesmo estado em que se encontrava depois de todo o tempo enterrado. O bebe era uma massa deformada em carne viva.

Papa Figo




:: Papa figo *O Papa Figo, ao contrário dos outros mitos, não tem aparência extraordinária. Parece mais com uma pessoa comum. *Outras vezes, pode parecer como um velho esquisito que carrega um grande saco às costas. *Na verdade, ele mesmo pouco aparece. Prefere mandar seus ajudantes em busca de suas vítimas. Os ajudantes por sua vez, usam de todos os artifícios para atrair as vítimas, todas crianças claro, tais como; distribuir presentes, doces, dinheiro, brinquedos ou comida. Eles agem em qualquer lugar público ou em portas de escolas, parques, ou mesmo locais desertos. *Depois de atrair as vítimas, estas são levadas para o verdadeiro Papa-Figo, um sujeito estranho, que sofre de uma doença rara e sem cura. Um sintoma dessa doença seria o crescimento anormal de suas orelhas. *Diz a lenda, que para aliviar os sintomas dessa terrível doença ou maldição, o Papa-Figo, precisa se alimentar do Fígado de uma criança. Feito a extração do fígado, eles costumam deixar junto com a vítima, uma grande quantia em dinheiro, que é para o enterro e também para compensar a família. *Origem: Mito muito comum em todo meio rural. Acredita-se que a intenção do conto era para alertar as crianças para o contato com estranhos.

O LOBISOMEM DE ST. BONNET

Um dos mais famosos lobisomens foi o francês Gilles Garnier, que viveu no século XVI, e cujas vítimas eram principalmente crianças.
Suas vítimas eram encontradas com as mesmas características. Corpos mutilados ou dilacerados, e partes do corpo comidas!
Finalmente as autoridades resolveram tomar providências, e em 15 de setembro de 1573, foi o assinado um decreto. A caça ao lobo assassino foi instituída, mas ele não seria capturado logo!
O Homem-Lobo de ST. Bonnet ai fez mais vítimas!
Somente dois meses depois se conseguiu chegar perto do lobisomem quando aldeões escutaram gritos de uma criança seguidos pelos uivos de um lobo! Eles viram um homem fugindo, e ele foi reconhecido como Garnier!
Quando outro menino desapareceu, organizou-se uma expedição à casa de Garnier!
Gilles foi pego em flagrante, quando devorava mais uma vítima!
Garnier foi preso, juntamente com sua mulher, e confessou os crimes e disse que a esposa o ajudava a comer as vítimas.
Finalmente, Gilles foi queimado vivo! Mas não seria o primeiro nem o último lobisomem da França! Muito terror ainda viria nos séculos subseqüentes.